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  1. Notícia

  2. O papel da mulher no direito do consumidor

    A contribuição feminina na defesa do consumidor teve inicio no final do século XIX, na cidade de Nova Iorque, como retaliação a um frigorífico que explorava abusivamente seus empregados, onde um movimento de dona-de-casa determinou boicote àquele estabelecimento.  E, a partir disso surgiu um movimento com objetivo de boicotar varejos e marcas cujos empregados eram explorados. [1]

    A mulher vem a cada dia renovando e reinventando seu papel na sociedade, passou de um cenário passivo à um cenário de protagonismo, ocupando todos os setores do mercado, desenvolvendo novas atividades e destacando-se no cenário do mundo moderno.  

    Tais modificações tem impacto direto em todos os segmentos, notadamente, pelo fato de que locais anteriormente ocupados apenas por homens, vem ganhando um colorido diferente com a presença das mulheres.

    Através da nova perspectiva, o mercado de consumo passou a ter mudança em seus hábitos, isso porque, em um cenário mais atual, as mulheres passaram a trabalhar também fora de casa, o que gera uma necessidade diferente em consumo de produtos e serviços e, também, as famílias passaram a contar com uma renda maior, o que gera um aumento significativo no consumo. A ascensão da mulher está intimamente ligada com o novo ambiente de consumo, pois ela influencia diretamente na qualidade das decisões bem como inovações no mercado e, isso, permite compreender de uma maneira mais fácil o mercado de consumo.

    As mulheres tomam a maioria das decisões de compra em suas famílias e são as mais afetadas quando privadas do acesso às necessidades básicas como água, energia, alimentos, etc. Além disso, as mulheres são mais sensíveis aos problemas dos consumidores, justamente por essa relação mais próxima com as atividades que envolvem necessidades primárias.

    Ainda, as mulheres destacam-se na identificação de efeitos de produtos pouco seguros e do acesso insuficiente aos serviços básicos. Atuam como um sistema de alerta que avisa quando algo vai muito mal[2].

    O papel da mulher no direito do consumidor é fundamental, sendo de grande necessidade que participem ativamente das tomadas de decisão, inclusive acerca da legislação de proteção aos direitos dos consumidores, tendo em vista o notório poder que detém acerca da solução de problemas nesse ramo.

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