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  1. Notícia

  2. Faço a mesma coisa que meu colega, mas ganho menos: está certo?

    Você já presenciou alguém comentar o seguinte: “eu faço as mesmas coisas que fulano, mas ganho muito menos que ele".

    Pois bem, de acordo com a CLT, sendo idêntica a função, a todo trabalho de igual valor, prestado ao mesmo empregador, na mesma localidade, corresponderá igual salário, sem distinção de sexo, nacionalidade ou idade. 

    Ou seja, a equiparação salarial decorre da identidade das tarefas realizadas por empregados, cujo trabalho possua o mesmo valor, perfeição técnica e produtividade, em benefício do mesmo empregador e na mesma localidade. Excepciona tal regra a existência de tempo de serviço entre ambos, não superior a dois anos, na função ou no exercício de tarefas idênticas bem como o fato de a empresa contar com quadro de pessoal organizado em carreira. Vale destacar que a equiparação é concedida ainda que não haja a mesma denominação da função exercida pelos empregados (a equiparação se dá pela função e não pelo cargo).

    Para que fique comprovada a necessidade de equiparação de salários, o empregado deve provar a realização das mesmas atividades que seu colega, já o empregador, a maior perfeição técnica ou produtividade do funcionário ao qual está se tentando provar a equiparação (quando alegar).

    Assim, desde que preenchidos os requisitos impostos pela legislação trabalhista, aquele que tem o trabalho reconhecidamente igual ao de seu colega de trabalho, merece remuneração também igual.

    Para maiores informações, estamos à disposição!
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